terça-feira, 26 de março de 2013

SENADO DEVE CONCLUIR HOJE VOTAÇÃO DA PEC DAS DOMÉSTICAS


Texto que garante novos direitos trabalhistas ao trabalhador doméstico deve ser aprovado pelos senadores. E deverá ser sancionado até 10 de abril
O Senado deve concluir nesta terça-feira a votação da proposta que dá novos direitos trabalhistas aos empregados domésticos, igualando-os aos demais trabalhadores privados. A mudança, que consta de uma Proposta de Emenda à Constituição apelidada de PEC das Domésticas, foi aprovada em duas votações na Câmara e uma no Senado. Passando nesta terça, será promulgada até o dia 10 e passará a valer. Segundo o senador Romero Jucá (PMDB-RR), a aprovação do texto já está acordada e depende apenas do quórum necessário – de três quintos dos senadores, o equivalente a 49 parlamentares. A coluna Radar, de Lauro Jardim, informa nesta terça que a falta de quórum é justamente a maior ameaça à votação da PEC.

A proposta estabelece 17 novas regras, como jornada de trabalho diário de 8 horas e 44 horas semanais, além de pagamento de hora extra de, no mínimo, 50% da normal. Os direitos se somarão àqueles existentes, como 13.º salário, descanso semanal, férias anuais e licença-gestante.
Há sete itens que, para entrar em vigor, dependem de mais regulamentação. Um dos grandes pontos de discussão é sobre as formas de controle do horário de trabalho. Há quem fale em adotar uma simples folha de ponto para resolver a questão, mas isso ainda precisa ser decidido numa norma posterior. Outra questão que divide opiniões é a do adicional noturno. Autor da proposta, o deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), não fixou na matéria, mas defende que o trabalhador receba adicionais quando estiver à disposição do patrão, ainda que nos aposentos.

Também estão pendentes de regulamentação o direito ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), hoje facultativo, o seguro contra acidentes de trabalho, o seguro-desemprego, a obrigação de creches e pré-escolas para filhos e dependentes até 6 anos de idade, o salário-família e a demissão sem justa causa.

O consultor legislativo do Senado, especializado em Direito do Trabalho e Previdenciário, Eduardo Modena aponta como consequência à aprovação da PEC um aumento das ações na Justiça do Trabalho. "É inevitável, não apenas pela dificuldade que algumas famílias terão em seguir as novas normas, mas porque a matéria foi muito divulgada e, agora, muitos empregados domésticos que antes não sabiam de seus direitos agora sabem", destacou.

Sobre o FGTS, Modena destacou que já existe uma legislação a respeito e a regulamentação seria simples. "Basta mudar o 'facultativo' para 'obrigatório'.", avaliou. Para os patrões, a grande preocupação é o aumento de custos que a PEC deve trazer. O consultor legislativo do Senado calcula que o impacto para o empregador seja de pelo menos 8%, caso não sejam pagos hora extra nem adicional noturno. Segundo especialistas em direito trabalhista, a mudança na legislação pode levar fazer com que o orçamento familiar sofra um impacto de quase 40%.


Como fica: Passa a ser obrigatório o recolhimento pelo patrão de 8% do salário do empregado doméstico ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço e de 1% a 3% do Seguro Acidente de Trabalho (SAT) - dependendo do grau de risco do trabalho.

Um cálculo feito pelo professor de economia Samy Dana, da Fundação Getúlio Vargas, exemplifica o peso no orçamento dos empregadores. Um funcionário doméstico que atualmente receba o salário mínimo no estado de São Paulo (R$ 755) custa, com encargos e vale-transporte (R$ 132) um total de 1.142,02 reais no fim do mês. Com o pagamento de FGTS (8%) este valor chega a 1.212,49 reais. No caso de um empregado que trabalhe duas horas extras diárias, o total alcançará 1.546,85 reais.

O PASTOR E SENADOR MAGNO MALTA DENÚNCIA PLANO PARA MATÁ-LO E REGISTRA UM BO



A assessoria do senador Magno Malta, que também é pastor evangélico e músico, comunicou a imprensa suspeita de ameaça de morte ao senador neste dia (20). O senador no BO diz que a dez dias um pistoleiro arma tocaia para assassina-lo.


 O Senador Magno Malta (PR/ES) esteve na manhã da quarta-feira, 20, na Superintendência de Polícia Judiciária, solicitando providências contra um pistoleiro, que há 10 dias prepara uma tocaia para assassiná-lo no Espírito Santo. O policial civil Josimar Alberto Pereira Sarti disse ao senador que tem informações precisas de que ele seria vítima de crime de mando.


Há menos de 20 dias, depois de denunciar nos programas de TV do partido, o índice alarmante de violência no Espírito Santo, senador Magno Malta passa a ser vítima de ameaça real de assassinato. O parlamentar, que já participou de várias investigações e prendeu traficantes, assassinos, sequestradores e pedófilos de diversos segmentos sociais, foi informado pela própria polícia que um pistoleiro já foi contratado para executá-lo a qualquer momento.


O senador Magno Malta disse na polícia, “que já foi ameaçado durante a CPI do Narcotráfico e da CPI da Pedofilia e que agora vai presidir a nova CPI sobre Violação ao Direito Humano à Saúde que vai apurar erros médicos em instituições públicas e privadas no Brasil. Sou homem público que tem coragem para combater a criminalidade e não tenho medo de pistoleiros”, acentuou Malta.


 Fonte e fotos: blogs.odiario.com/inforgospel/

MARANHÃO POSSUI 46 DENÚNCIAS POR 'TRABALHO ESCRAVO' EM ANDAMENTO


 O Ministério Público Federal (MPF) denunciou fazendeiros, no Maranhão, por submeter pessoas a trabalho semelhante a escravo. Após fiscalização feita no município de Santa Luzia – a 294 km da capital, São Luís –,dezessete pessoas foram resgatadas da fazenda Santo Antônio, onde eram submetidas a precárias condições de trabalho. 

A denúncia é embasada por relatório de fiscalização feita, no município, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), que constatou a prática de trabalho em condição análoga a escravo na fazenda – saiba mais sobre o combate ao "trabalho escravo" 

Na denúncia, o MPF pede a condenação de José Firmino da Costa Neto e Rivelino Gomes da Costa, respectivamente, proprietário e administrador da fazenda, pela conduta criminosa tipificada no artigo nº 149 do Código Penal.

Para o MPF, as inúmeras irregularidades, nas quais os trabalhadores foram encontrados – como ausência de água potável e instalação sanitária, alimentação e alojamento inapropriados para atender as necessidades básicas de uma pessoa –, afrontam os princípios da dignidade humana estabelecidos pela Constituição. Além das irregularidades, os trabalhadores tinham, frequentemente, seus salários retidos e eram induzidos a comprar itens, como produtos de higiene pessoal, lanternas, medicamentos e, até, equipamentos que necessitavam para o trabalho, em uma espécie de armazém mantido pelos empregadores. Diariamente, os trabalhadores eram levados para os locais de trabalho em transporte clandestino, conduzido por motorista sem habilitação.
De acordo com o procurador da República, Juraci Guimarães Júnior, existem, atualmente, 46 denúncias contra empregadores em curso no Estado, sendo 11 com sentenças proferidas e 26 inquéritos policiais em andamento. "As fiscalizações são feitas tanto pelo Grupo Móvel de Combate ao Trabalho Escravo, do MTE, que é um grupo nacional, quanto pelo grupo móvel local da Delegacia Regional do Trabalho, que, também, tem a composição do Ministério Público do Trabalho, da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Federal, que faz fiscalizações a partir de denúncias que chegam para esses órgãos", afirmou à reportagem do Imirante nesta terça-feira (26).
Ainda segundo o procurador, a situação de trabalho análoga à escravidão se caracteriza por diversos fatores e, nem sempre, está restrita à zona rural das cidades. "Muitas vezes, eles prometem formas de remuneração e situações de trabalhos muito boas, mas quando os trabalhadores chegam ao local, se deparam com o acesso difícil, que não há transporte regular, ou seja, a situação que se denomina análoga ao trabalho escravo, com jornada de trabalho excessiva, mínimas condições de serviço e, muitas vezes, com a própria restrição da liberdade objetivamente falando, com armas, para que eles prestem esse serviço", explica.
Reincidência
Em 2011, o Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM), do MTE, já havia encontrado, na mesma fazenda, 24 empregados, entre eles dois adolescentes e duas mulheres, submetidos a trabalhos com condições de total ilegalidade, como ausência de registros na Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), além de salários e jornada de trabalho em desacordo com a legislação.
Para evitar a reincidência, tanto dos empregadores quanto dos trabalhadores, são necessárias políticas públicas que ofereçam melhores oportunidades no Estado, maior exportador de trabalhadores em situação análoga a de escravo. "A ação penal é a ponta do iceberg. A gente tem uma comissão estadual, liderada pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos, em que participam o Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, Ministério Público do Trabalho e OAB, em que se discute políticas públicas para o combate ao 'trabalho escravo', porque é importante ter políticas públicas, principalmente de emprego, para essas pessoas. Não é só uma característica do interior do Estado", finaliza.
Denúncia
A denúncia contra os empregadores, geralmente, é feita por um trabalhador que conseguiu se libertar da condição, mas, também, pode ser feita pela sociedade civil, aos sindicatos de trabalhadores rurais, Comissão Pastoral da Terra (CPT) ou, ainda, ao MPF. Outras informações podem ser obtidas pelo telefone (98) 3213-7100 ou pela página eletrônica do MPF na internet.

Fonte: imirante.com.br

sexta-feira, 22 de março de 2013

A PREFEITURA DE GRAJAÚ, REALIZARÁ O PROCESSO SELETIVO PARA OS CARGOS DE PROFESSOR



A Prefeitura de Grajaú, realizará o  PROCESSO SELETIVO para os  cargos de professor, Agente Escolar nas classes AN2A (Assistência Escolar), AN1G (Servencia Escolar), Nutricionista e Motorista do Quadro de Pessoal Temporário da Secretaria municipal de Educação, para atuarem nas escolas municipais no ano de 2013, nos termos do Edital Nº 001/2013. 

Serão oferecidas vagas para professores e outras funções distribuídas da seguinte forma: Educação infantil, Educação Fundamental regular, Multisseriadas, Educação Indígena, Educação Bilíngue, Educação Especial (Psicopedagogo, Libras e Braile), Agente Escolar nas classes AN2A (Assistência Escolar), AN1G (Servencia Escolar), Nutricionista e Motorista.

As inscrições ficarão abertas no período de 25 de Março a 02 de Abril de 2013, no horário das 08h00min as às 12 h e das 14h00min ás 18 h no Auditório da Secretaria Municipal de Educação no endereço Praça Hilda Assunção Falcão s/n Centro.

As provas objetivas serão realizadas no dia 07 de Abril de 2013 das 14 h ás 17 h nos locais definidos no ato da inscrição.



CAMINHADA DA APAE TOMA CONTA DAS RUAS DE ESTREITO


A APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Estreito, realizou uma caminhada em comemoração ao Dia Internacional da Síndrome de Down, que é comemorado em 21 de março. A escolha da data – 21 do 3 – é uma alusão à trissomia do cromossomo 21, ocorrência genética e universal, que se faz presente em todas as raças e classes sociais.



A comemoração dessa data em Estreito contou com apoio da prefeitura, por meio da secretaria municipal de Educação e apoio da secretaria de Assistência Social. A caminhada teve inicio na Praça dos Eucaliptos, passando pelas avenidas Tancredo Neves e Chico Brito, encerrando na sede da APAE. 

Lá foi servido um lanche composto por sucos e frutas. Dezenas de pessoas com a síndrome e familiares, participaram do evento.

por: Lenir Silva